sábado, 12 de outubro de 2013

Pastor Marco Feliciano apresenta projeto de criação do Dia do Blogueiro: “Exercitam a verdadeira liberdade de imprensa”

Pastor Marco Feliciano apresenta projeto de criação do Dia do Blogueiro: “Exercitam a verdadeira liberdade de imprensa”
O pastor Marco Feliciano (PSC-SP) propôs a criação do Dia Nacional do Blogueiro num projeto de lei apresentado à Câmara dos Deputados.
A homenagem foi pensada em parceria com o deputado federal André Moura (PSC-SE), líder da bancada de seu partido.
Com um histórico de atrito com diversos blogueiros cristãos, o pastor Marco Feliciano justifica no projeto que a proposta é reconhecer a atividade exercida pelos blogueiros e dar a importância merecida a quem atua nas mídias digitais independentes.
Segundo o texto do projeto, os blogueiros “exercitam hoje a verdadeira liberdade de imprensa, merecem nosso respeito e reconhecimento e prestam um grande serviço à sociedade e à democracia”.
A data escolhida para homenagem foi o dia 07 de junho, quando também é comemorado o Dia Nacional da Liberdade de Imprensa, segundo informações do site Info.
O projeto será apreciado pelo plenário da Câmara, mas a data para discussões em torno dele ou votação ainda não foi definida.

Por Pr. Alair Alcantara
Sem Fronteiras

Gideões Internacionais são proibidos de distribuir Bíblias em escolas após processo movido por ateu

Gideões Internacionais são proibidos de distribuir Bíblias em escolas após processo movido por ateu
A visão “secular” do mundo tem se expandido de forma rápida, intensa e global, e começa não apenas limitar a antes irrestrita liberdade de crença e culto em países tidos como desenvolvidos, como também impedir o trabalho missionário.
Os Gideões Internacionais, conhecidos pelo trabalho de evangelização através da distribuição de exemplares da Bíblia Sagrada, foram proibidos de entregar o livro em escolas públicas canadenses, atividade que era desenvolvida pela entidade no país desde 1936.
A proibição partiu de um juiz após uma ação de um ateu que se irritou ao notar que por vários anos seguidos, os Gideões distribuíam Bíblias na escola em que sua filha estudava, em Niágara.
Rene Chouinard pediu aos funcionários da escola autorização para distribuir aos estudantes um livro ateu que compara Deus com Papai Noel e que sugere que a Bíblia seja repleta de erros.
Com a recusa dos responsáveis pela escola, Chouinard entrou com uma ação na Justiça. Após um período de análise, o juiz Davi Wright do Tribunal dos Direitos Humanos de Ontário, decidiu a favor dos ateus, e no veredito condenou a postura de distribuição de literatura religiosa na escola como “discriminação”.
“Se você permite apenas o grupo cristão Gideões distribuir literatura religiosa nas escolas, discrimina os demais”, disse o juiz. O veredito pontua ainda que os Gideões Internacionais não devem distribuir as Bíblias novamente até que a direção da escola reveja os critérios para facilitar as atividades dos ateus.

Por Pr. Alair Alcantara
Sem Fronteiras

Estudioso apresenta tese em que Jesus e o cristianismo seriam uma invenção do Império Romano

Estudioso apresenta tese em que Jesus e o cristianismo seriam uma invenção do Império Romano
Jesus Cristo é visto pelos cristãos como o Filho de Deus. Outras religiões monoteístas o veem como um profeta, como o islã e algumas correntes do judaísmo. Agora, um estudioso bíblico acrescentou mais uma categoria: mito.
Segundo o professor norte-americano Joseph Atwill, Jesus e o cristianismo teriam sido invenções do Império Romano e usados como ferramenta de propaganda sofisticada para pacificar os povos conquistados e dominados.
Na teoria que Atwill apresentará em Londres durante a Conferência Covert Messiah, no próximo dia 19 de outubro, o Novo Testamento teria sido escrito por aristocratas romanos a partir de suas imaginações.
A falsificação, segundo o professor, teria sido evidenciada no único relato de um sobrevivente da Judeia do século I, que traz dezenas de paralelos entre a vida de um Imperador romano e a de Jesus no Novo Testamento.
“Apresento meu trabalho com certa ambivalência, já que não quero causar qualquer dano direto aos cristãos, mas isso é importante para a nossa cultura. É preciso saber a verdade sobre o nosso passado para que possamos compreender como e porque os governos criam falsas histórias e falsos deuses. Sobretudo o fazem para obter uma ordem social que é contra os melhores interesses das pessoas comuns“, explica-se o professor.
De acordo com informações do Patheos, o professor acredita que à época, o cristianismo não se iniciou como uma religião, mas sim como um projeto de governo com metodologias modernas: “As seitas judaicas na Palestina da época que estavam esperando um Messias, guerreiro profetizado, eram uma fonte constante de insurreição violenta durante o primeiro século. Quando os romanos esgotaram todos os meios convencionais para sufocar a rebelião, passaram à guerra psicológica. Eles assumiram que a maneira de deter a propagação de uma atividade missionária judaica era criar um sistema de crenças que competisse. Foi então quando inventou a ‘pacifica’ história do Messias. No lugar de inspirar a guerra, o novo Messias propagava o pacifismo e alentava os judeus a ‘dar a César o que é de Cesar’”, teoriza o professor.
Embora seja respeitado no mundo acadêmico, Atwill recebeu críticas de outro professor universitário: “Este tipo de teoria é muito comum fora do mundo acadêmico e geralmente são utilizadas na literatura sensacionalista, sendo praticamente inexistentes no mundo acadêmico”, disse o professor James Crossley, da Universidade de Sheffield, que comparou o trabalho de Atwill a um livro de ficção.

Por Pr.Alair Alcantara
Sem Fronteiras

Entidade ateísta quer a proibição de orações antes de eventos esportivos em escolas públicas

Entidade ateísta quer a proibição de orações antes de eventos esportivos em escolas públicas
A ofensiva de entidades ateístas contra a liberdade de crença e culto em locais públicos chegou agora ao esporte no estado norte-americano do Tennessee.
A União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU) do Tennessee publicou manifesto e enviou um pedido a 135 diretores de escolas do Ensino Médio do estado para que proíbam orações antes dos jogos de seus times de futebol americano.
Segundo a entidade, tais gestos religiosos contrariam a determinação da Primeira Emenda da Constituição norte-americana, que proíbe a apologia a religião em instituições públicas. “Nossa experiência observa que muitos administradores de escolas públicas e educadores têm dificuldade em lidar com como as garantias constitucionais de liberdade religiosa se aplicam à oração durante seus eventos patrocinados pela escola”, declarou Hedy Weinberg, diretor-executivo da ACLU, segundo informações do Christian Post.
Hedy Weinberg afirmou ainda que durante as orações proferidas em campeonatos escolares anteriores houveram situações que motivaram a entidade a buscar a proibição das manifestações religiosas: “Nosso objetivo é ter certeza de que os sistemas de ensino estadual entendem essas garantias da Primeira Emenda e se comprometem a proteger a liberdade religiosa para todos os alunos, incluindo os atletas, e para as suas famílias que frequentam os jogos”.
O diretor da ACLU afirmou ainda que a medida não tem caráter judicial, mas é um aviso de que a entidade está disposta a buscar a proibição na Justiça.
A reação à iniciativa da ACLU foi tomada pela Alliance Defending Freedom (Aliança em Defesa da Liberdade), um grupo formado por cristãos, que entendem que o pedido feito pelos ateus é uma interpretação da lei que fere a liberdade de expressão dos demais. “Os alunos que expressam sua fé antes, durante ou após o dia na escola estão exercendo suas liberdades constitucionais. Grupos ateus estão tentando amedrontar as escolas ao fazer acreditar no contrário”, afirmou Rory Gray, advogado de defesa da Alliance

Por Pr. Alair Alcantara
Sem Fronteiras 

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