sexta-feira, 14 de maio de 2010

Escola Bíblica Dominical




A publicação da Lição da Escola Bíblica Dominical neste Site, é fruto da obediência a Deus. Ele pôs em minha mente o propósito de fazer a divulgação do conteúdo espiritual que recebemos em nossas Igrejas a cada manhã de domingo, é para que semanalmente nossos irmãos que se encontram  espalhados pelo mundo a fora, possam igualmente participar do mesmo pão. 
                               
No cumprimento a esta missão de divulgar o Evangelho por lugares desfavorecidos do acesso a este conteúdo diretamente da Revista, os Missionários possam igualmente compartilhar deste pão com os filhos de Deus sob suas orientações, do mesmo ensino recebidos da Palavra de Deus no Brasil, publicado na Revista; Lições Bíblicas da Escola Dominical veiculado através deste Site.
Tenho a certeza de que estou cumprindo como servo do Senhor meu Deus, mais uma vez, o dever de servo, junto a evangelização internacional, nacional e Igrejas que não desfrutam de acesso favorável e de um conteúdo organizado especificamente para o ensino pessoal e em grupo como igrejas  e etc.
Em virtude da cobertura do Blog ser a nível internacional, utilizamo-lo como o veículo adequado para o cumprimento dessa tarefa de levar esta Mensagem a todos os continentes de nosso planeta, o mais belo de todos no Universo, que só foi criado por causa do homem.
À Missão Nacional, Internacional e Igrejas de difícil acesso.  
Lição 07 de 13, 16 de Maio de 2010
TEMA – O CUIDADO COM AS OVELHAS
TEXTO ÁUREO – "Eu sou o bom Pastor; e bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas" (João 10.11).
VERDADE PRÁTICA – Se não cuidarmos das ovelhas de Cristo, de acordo com o que nos prescreve o Sumo Pastor, como haveremos de comparecer perante ele?
HINOS SUGERIDOS – 127, 151, 432.
LEITURA BÍBLIA – Jeremias  23.1- 4; João 10.1- 5
Jeremias 23
1 - Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto, diz o SENHOR.
2 - Portanto, assim diz o SENHOR, o Deus, de Israel, acerca dos pastores que apascentam o meu povo: vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e não as visitastes; eis que visitarei sobre vós a maldade das vossas ações, diz o SENHOR.
3, - E eu mesmo recolherei o resto das minhas ovelhas, de todas as terras para onde as tiver afugentado, e as farei voltar aos seus apriscos; e frutificarão e se multiplicarão.
4 - E levantarei sobre elas pastores que as apascentem,e nunca mais
temerão, nem se assombrarão, e nem uma delas faltará, diz o SENHOR.
João 10
1 - Na verdade, na verdade , vos digo que aquele que não entra pela porta no curral das ovelhas, mas sobe por outra parte, é ladrão e salteador.
2 - Aquele, porem, que entra pela porta é o pastor das ovelhas.
3 - A este o porteiro abre, e as ovelhas ouvem a sua voz, e chama pelo nome as suas ovelhas e as traz para fora.
4 - E, quando tira para fora as suas ovelhas, vai adiante de/as, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz.
5 - Mas, de modo nenhum, seguirão o estranho; antes, fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos.
INTRODUÇÃO
Pastor de ovelhas! Assim Davi comparou Deus no trato com o seu povo. De tal maneira ficou a imagem cristalizada na alma hebréia, que todos os seus guias passaram a ser vistos como pastores. O rei não era somente rei; era um pastor; sua obrigação: conduzir os israelitas ao regaço divino. Diz-se o mesmo do sacerdote e do profeta. Interceder e pastorear; e profetizar tem muito a ver com os ofícios de pastor confirme mostra-nos Jeremias e Ezequiel.
Infelizmente, foram os lideres de Israel esquecendo-se de suas responsabilidades. Estando já a nação fortalecida e desfrutando já de riquezas e abastanças, começaram os membros da família real e da casa sacerdotal a se portarem como meros soberanos e pontífices, menosprezando as necessidades do povo. Por isso, levanta o Senhor o profeta Jeremias, a fim de protestar contra o descaso com que os pastores de Israel e Judá tratavam suas ovelhas. Por haverem desprezado o redil que Deus lhes confiara, os hebreus estavam para ser desalojados de sua herança.
Que o Cristo de Deus nos ajude a cuidar de suas ovelhas. E que nenhuma se perca; cada pedacinho delas é precioso aos olhos do Senhor (Am 3.12).
I. O QUE É UM PASTOR
Nas Escrituras do Novo Testamento, o pastor é visto como o administrador do rebanho de Cristo (l Pe 5.1-8). Sua função é conduzir os santos ao Senhor Jesus, dispensando a estes os meios da graça.
1. Obrigações do pastor. A principal obrigação do pastor é apascentar e guardar cada uma das ovelhas que lhe confiou o Sumo Pastor. O ofício pastoral inclui duas coisas básicas: a oração intercessória e a ministrarão da Palavra de Deus (At 6.4).
Deve o pastor, por conseguinte, agir em relação às ovelhas tanto como sacerdote quanto como profeta. É sacerdote quando as apresenta a Deus em oração; e quando lhes fala a Palavra de Deus é profeta. Que os pastores jamais nos esqueçamos deste conselho de Bernard Ramm: "A tarefa fundamental de um pastor, na pregação, não é ser brilhante ou profundo, mas é ministrar a verdade de Deus".
II. OS PASTORES DE ISRAEL
No Antigo Testamento, pastores eram considerados os reis, os profetas e os sacerdotes. Assim também podemos considerar os patriarcas que, a semelhança de Abraão, tinham como missão guiar seus filhos na disciplina, a fim de que andassem como povo de Deus (Gn 18.19).
1. Os reis. O primeiro rei messiânico de Israel foi tirado de entre as ovelhas a fim de pastorear o seu povo (l Sm 16.1 1). Segue-se, pois, que o monarca israelita, para ser bem sucedido, haveria de ter uma alma de pastor. Na literatura profética, eram os reis vistos por Deus como os pastores de seu povo (Ez 34.5). Até um rei gentio foi designado por Deus para atuar como pastor dos filhos de Israel (Is 44.28).
2. Os sacerdotes. Também estes eram considerados pastores de Israel, principalmente os da casa de Arão, o sumo sacerdote de Deus (Is 61.6). A eles também os profetas dirigiram pesados reptos, pois, naquela crise, ao invés de pastorearem o rebanho de Deus, puseram-se a apascentar a si próprios (Jr 2.8). (Leia Ezequiel 34).
3. Os profetas. Não resta dúvida de que os verdadeiros profetas de Deus sempre atuaram como legítimos pastores de Israel. Alias, o profeta Amós foi vocacionado estando entre os pastores (Am 1.1).
Infelizmente, os ímpios reis hebreus, sabendo da grande influência dos profetas sobre o povo, resolveram criar uma classe do funcionalismo estatal, cuja função era justamente mentir. E, mentindo, combatiam eles os legítimos mensageiros de Deus. Haja vista o que acontecia, em Jerusalém no tempo de Jeremias. (Jr 2.8; 5.13; 26.8). E foram estes falsos profetas que,juntamente com seus patrões, levaram Judá a ruína.
Que isto jamais aconteça conosco! Fomos chamados para pastorear o rebanho, e a este devemos anunciar todo conselho de Deus (At 20.27). Ai de nós se fugirmos à nossa responsabilidade! Como haveremos de comparecer ante o tribunal de Cristo?
III. ISRAEL FOI DESTRUIDO POR LHE FALTAR VERDADEIROS PASTORES
Os pastores de Israel, ao invés de lhe anunciarem a Palavra de Deus, e conduzi-lo de conformidade com os preceitos divinos, desviaram-no com suas mentiras e falsidades.
Vinha o profeta de Deus e exortava o povo a emendar seus caminhos; caso contrário, haveria o Senhor de destruir Jerusalém, e levar o povo em cativeiro. Os reis, porém, acionavam os falsos profetas que lhes anunciava uma paz que não existia: "E curam a ferida da filha de meu povo levianamente, dizendo: Paz, paz; quando não há paz" (Jr 8.11 ).
Lamentavelmente muitos púlpitos estão assim nos dias de hoje. Ao invés de se pregar a urgência de um avivamento e a necessidade de se ter uma vida santa diante de Deus, os falsos mestres e profetas apregoam uma paz que não é paz, uma prosperidade que nunca foi prosperidade. E o resultado não poderia ser mais desastroso para o povo de Deus.
À semelhança daqueles pastores de Israel, os mercenários estão a afugentar as ovelhas de Cristo e a dispersar o rebanho que nos confiou o Senhor  Jesus. Como será triste ouvir do Sumo Pastor este repto: ''Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e não as visitastes; eis que visitarei sobre vós a maldade das vossas ações, diz o SENHOR!” (Jr 23.2).
Como pastores de Cristo, temos de conduzir o rebanho de acordo com as Sagradas Escrituras. É chegado o momenta de conscientizarmos o povo de Deus a buscar um poderoso avivamento para que não fiquemos envergonhados quando do arrebatamento da Igreja. Levemos também a Igreja a uma vida de santificação e de pureza, e que não saiamos por ai a apregoar uma paz que não é paz, e uma prosperidade que não passa de miséria.
IV. OS DEVERES DAS OVELHAS
Se os pastores têm deveres para com as ovelhas, as ovelhas de igual modo têm deveres e compromissos para com os seus pastores. Doutra forma, como os pastores poderiam conduzir o rebanho de Cristo? Vejamos o que devem fazer as ovelhas em relação aos seus pastores.
1. Honrar os pastores. "Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver" (Hb 13.7).
2. Obediência. "Obedecei aos vossos pastores e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil" (13.17).
3. Contribuição à Obra de Deus. “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança" (MI 3.10).
CONCLUSÃO
É chegado o momento de imitarmos o Sumo Pastor. No capítulo dez do Evangelho de João, fala o Senhor Jesus de seu ofício como o pastor enviado por Deus para tanger as ovelhas perdidas da Casa de Israel e as que se achavam em outros apriscos, para que haja um só rebanho - a Igreja.
Busquemos as almas perdidas. Reconduzamos ao aprisco as ovelhas desgarradas. Cuidemos das fracas e débeis. Afinal, um dia compareceremos diante do Sumo Pastor para prestar contas do rebanho que nos confiou Ele. Quanto às ovelhas, que honrem os seus pastores, devotando-lhes perfeito amor.
 
 
 
Reproduzido Por: Dc. Alair Alcântara
Sem Fronteiras



quinta-feira, 6 de maio de 2010

Escola Bíblica Dominical

A publicação da Lição da Escola Bíblica Dominical neste Site, é fruto da obediência a Deus. Ele pôs em minha mente o propósito de fazer a divulgação do conteúdo espiritual que recebemos em nossas Igrejas a cada manhã de domingo, é para que semanalmente nossos irmãos que se encontram  espalhados pelo mundo a fora, possam igualmente participar do mesmo pão. 
                               
No cumprimento a esta missão de divulgar o Evangelho por lugares desfavorecidos do acesso a este conteúdo diretamente da Revista, os Missionários possam igualmente compartilhar deste pão com os filhos de Deus sob suas orientações, do mesmo ensino recebidos da Palavra de Deus no Brasil, publicado na Revista; Lições Bíblicas da Escola Dominical veiculado através deste Site.
Tenho a certeza de que estou cumprindo como servo do Senhor meu Deus, mais uma vez, o dever de servo, junto a evangelização internacional, nacional e Igrejas que não desfrutam de acesso favorável e de um conteúdo organizado especificamente para o ensino pessoal e em grupo como igrejas  e etc.
Em virtude da cobertura do Blog ser a nível internacional, utilizamo-lo como o veículo adequado para o cumprimento dessa tarefa de levar esta Mensagem a todos os continentes de nosso planeta, o mais belo de todos no Universo, que só foi criado por causa do homem.
À Missão Nacional, Internacional e Igrejas de difícil acesso.  
Lição 06 de 13, 09 de Maio de 2010.
TEMA – A SOBERANIA E A AUTORIDADE DE DEUS
TEXTO ÁUREO – “Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para honra e outro para desonra?” (Rm 9.21)
VERDADE PRÁTICA – Em sua inquestionável soberania, Deus trata as criaturas como bem lhe aprouver. Submetemo-nos, pois, à sua perfeita, infinita e sábia vontade.
HINOS SUGERIDOS – 005, 141, 400.
LEITURA BÍBLICA  – Jeremias 18.1-10
1 - A palavra do SENHOR, que veio a Jeremias, dizendo:
2 - Levanta-te e desce à casa do oleiro, e lá te farei ouvir as minhas palavras.
3 - E desci a casa do oleiro, e eis que ele estava fazendo a sua obra sobre as rodas.
4 - Como o vaso que ele fazia de barro se quebrou na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos seus olhos fazer.
5 - Então, veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:
6 - Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? diz o SENHOR; eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel.
7 - No momenta em que eu falar contra uma nação e contra um reino, para arrancar, e para derribar, e para destruir,
8 - se a tal nação, contra a qual falar, se converter da sua maldade, também eu me arrependerei do mal que pensava fazer-lhe.
9 - E, no momenta em que eu falar de uma gente e de um reino, para o edificar e para plantar,
10 - se ele fizer o mal diante dos meus olhos, não dando ouvidos à minha voz, então, me arrependerei do bem que tinha dito lhe faria.
INTRODUÇÃO
O capitulo 18 de Jeremias é conhecido como a Parábola da soberania de Deus. A passagem talvez não seja muito apreciada pelos calvinistas extremados por mostrar que Deus, conquanto absoluto e inquestionável, não é arbitrário. Suas ações acham-se baseadas em suas bondades e perfeições.
Que riquíssima lição sobre a eleição e a predestinação. Embora sejam estes temas tidos como incompreensíveis e complexos por algumas escolas teológicas, o Senhor, através da arte do oleiro, mostra serem ambos os temas perfeitamente compreensíveis e harmônicos.
Desçamos à casa do Oleiro. E, aqui, em meio as ferramentas de seu oficio, conheçamos a soberana vontade de Deus consoante a Israel, aos gentios e a nossa própria vida.
I. A VISITA À CASA DO OLEIRO
1. A casa do oleiro. Achava-se localizada, provavelmente, no extremo sul de Jerusalém, nas cercanias da Porta do Oleiro e do Vale dos Filhos de Hinon. Nesse logradouro, os oleiros desempenhavam suas atividades e, coletivamente, defendiam seus interesses.
2. Seus instrumentos de trabalho. Posto que eficazes, eram bem simples os instrumentos dos oleiros: constituíam-se de duas rodas superpostas. A inferior, acionada com os pés, movimentava a superior, onde o oleiro colocava a argila, a fim de moldá-la de acordo com a sua concepção. E, assim, em movimentos simples, mas seguros, era o barro transformado em vasos e outras vasilhas tão úteis no dia-a-dia das senhoras hebréias.
As vezes, não temos a impressão de estarmos numa roda viva? Vêm as provações e as dificuldades; chegam as lutas e aparecem as batalhas. De repente, eis que a nossa vida entra num ritmo acelerado. Isto acontece por estarmos na roda do Oleiro, que nos vai moldando de acordo com a sua vontade. Tenha paciência! O Oleiro sabe o que está fazendo.
3. A visita à casa do oleiro. Buscava Deus, com esta parábola, deixar uma importante lição para os filhos de Israel. Pensavam estes que, pelo simples fato de serem dissidência de Abraão, achavam-se a salvo dos juízos e dos castigos divinos. O Senhor, porem, mostra-lhes que todos, judeus e gentios, nos encontramos sob a sua jurisdição. Assim como o oleiro tem poder sobre a argila, de igual modo trata-nos Deus consoante a sua soberania, levando sempre em conta, naturalmente, o livre-arbítrio com que Ele nos dotou.
Para se compreender melhor a parábola do Oleiro, é necessário que se estude os capítulos nove, dez e onze da Epístola de Paulo aos Romanos. No capitulo nove, discorre o apostolo acerca da eleição de Israel; no dez, fala sobre a rejeição de Israel como povo eleito; e no onze, trata da futura reconciliação de Israel com o Messias. Aos que não aceitam a forma como Deus trata com o seu povo, aduz Paulo:
"Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para honra e outro para desonra?" (Rm 9.21).
II. A SOBERANIA DE DUES
A soberania de Deus é uma das mais difíceis doutrinas das Sagradas Escrituras. E só viremos a entende-Ia corretamente, se nos mantivermos centrados nas Sagradas Escrituras, sem nos desviarmos nem para o predestinacionismo absoluto e cego nem para o chamado deismo.
1. Definição. A soberania de Deus é a autoridade inquestionável que Ele exerce sobre todas as coisas criadas, quer na terra, quer nos céus, de tudo dispondo conforme os seus conselhos e desígnios. Sua soberania está baseada em sua onipotência, onipresença e onisciência. Deus é absoluto e necessário - todos precisamos dEle para existir; sem Ele, não há vida nem movimento.
2. Soberania não e arbitrariedade. A soberania é um instrumento legítimo de Deus, através da qual executa Ele toda a sua vontade, visando a plena consecução de seus decretos.
Sendo infinitamente santo e justo, e Criador de quanto existe, tem o Senhor Deus autoridade sobre todas as criaturas morais, e tudo fará a fim de que o seu plano redentivo seja integral e perfeitamente cumprido. Deus jamais criaria uns para a salvação e outros para a condenação eterna. Isto contrariaria os dois principais atributos de sua bondade: santidade e justiça.
3. Eleição e predestinação. Como entender ambas as doutrinas? A predestinação e universal. (Ou seja: Deus, em seu profundo e inigualável amor, predestinou todos os seres humanos a vida eterna Jo 3.16). Por conseguinte, ninguém é chamado à vida para ser lançado no lago de fogo que, conforme bem o acentuou Jesus, fora preparado para o Diabo e aos seus anjos (Mt 25.41). Cumpre ressaltar, porém, que o fato de o homem ser predestinado a vida eterna não lhe garante a posse compulsória desta. É necessário creia ele no Evangelho e aceite e persevere em seguir a Jesus, a fim de que seja havido por eleito de Deus.
Nossa eleição, portanto, tem como base a soberania e a presciência divina: "eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: graça e paz vos sejam multiplicadas" (l Pe 1.2).
4. O profeta Jeremias e a soberania de Deus. No capitulo dezoito de Jeremias, o Senhor está a ensinar-nos uma grande lição: embora hajamos sido escolhidos para ser a sua particular herança, devemos cumprir as clausulas da aliança que Ele conosco estabeleceu por intermédio de Cristo Jesus (Hb 12,23,24). Caso contrario: haveremos de ser reprovados como o foram os israelitas. Não basta ser filho de Abraão; é necessário fazer as obras de Abraão (Mt 3.9; Jo 8.39).
III. O CRENTE E A VONTADE DE DEUS
É chegado o momento de encararmos com mais seriedade a soberania de Deus. O mesmo Oleiro que de uma argila disforme formou Israel, também chamou-nos de entre as nações, constituindo-nos um povo santo, especial e de boas obras (Tt 2.14).
Como estamos encarando a soberania de Deus? Temos considerado a sua vontade? Ou achamos que, frágeis vasos, temos autoridade sobre o Oleiro? Humildemente, oremos: "Seja feita a tua vontade assim na terra como no céu".
CONCLUSÃO
E chegado o momenta de nos submetermos à vontade de Deus. Ele é o Oleiro; nós, apenas a argila. De acordo com a sua soberania, estará trabalhando em nossas vidas. Uns, vasos de honra; outros, de desonra (2 Tm 2.20). Submetamo-nos, pois, à sua vontade, a fim de que Ele, de conformidade com o seu querer, opere abundantemente, em nossa vida.



Reproduzido Por: Dc. Alair Alcântara


Sem Fronteiras


segunda-feira, 3 de maio de 2010

Leis Contra Fê Cristã


Fique esperto em quem você vai Votar


Será proibido fazer cultos ou evangelismo na rua (Reforma
Constitucional)
Cultos somente com portas fechadas (Reforma Constitucional)
As igrejas serão obrigadas a pagarem impostos sobre dízimos, ofertas
e contribuições.
Programas evangélicos na televisão apenas uma hora por dia.
Pastor só poderá fazer programa de televisão, se tiver faculdade de
‘jornalismo’.
Será considerado crime pregar sobre espiritismo, feitiçaria e
idolatria, e também veicular mensagem no rádio, televisão, jornais e
internet, sobre essas práticas contrárias a Palavra de Deus.
Pastores que pregarem sobre dízimos e ofertas, dependendo do número
de reclamações, serão presos.
Pastores que forem presos por pregar sobre práticas condenadas pela
Bíblia Sagrada (homossexualismo, idolatria e espiritismo), não terão
direito a se defender por meio de ação judicial.
Igrejas que não realizarem casamento de homem com homem e mulher com
mulher, estarão fazendo ‘discriminação’, poderão ser multadas e os
pastores processados.
Querem que o dia do ‘Orgulho Gay’ seja oficializado em todas as
cidades brasileiras.
Reforma Constitucional – Mudanças no texto da Constituição que garantem a
liberdade de culto. Se aprovadas, fica proibido culto fora das igrejas
(evangelismo de rua), cultos religiosos só com portas fechadas.
1. Projeto nº 4.720/03 – Altera a legislação do ‘imposto de renda’ das
pessoas jurídicas.
2. Projeto nº 3.331/04 – Altera o artigo 12 da Lei nº 9.250/95, que
trata da legislação do imposto de renda das ‘pessoas físicas’
Se convertidos em Lei, os dois projetos obrigariam as igrejas a recolherem
Impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
Projeto nº 299/99 – Altera o código brasileiro de telecomunicações (Lei
4.117/62). Se aprovado, reduziria programas evangélicos no rádio e
televisão a apenas uma hora.
Projeto nº6.398/05 – Regulamenta a profissão de Jornalista. Contém artigos
que estabelecem que só poderá fazer programas de rádio e televisão, pessoas
com formação em JORNALISMO, Significa que pastores sem a formação em
jornalismo não poderão fazer programas através desses meios.
Projeto nº 1.154/03 – Proíbe veiculação de programas em que o teor seja
considerado preconceito religioso. Se aprovado, será considerado crime
pregar sobre idolatria, feitiçaria e rituais satânicos. Será proibido que
mensagens sobre essas práticas sejam veiculadas no rádio, televisão,
jornais e internet. A verdade sobre esse atos contrários a Palavra de Deus,
não poderá mais ser mostrada.
Projeto nº 952/03 – Estabelece que é crime atos religiosos que possam ser
considerados abusivos a boa-fé das pessoas. Convertido em Lei, pelo número
de reclamações, pastores serão considerados ‘criminosos’ por pregarem sobre
dízimos e ofertas.
Projeto nº 4.270/04[/b] – Determina que comentários feitos contra ações
praticadas por grupos religiosos possam ser passíveis de ação civil. Se
convertido em Lei, as Igrejas Evangélicas ficariam proibidas de pregar
sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada, como espiritismo,
feitiçaria, idolatria e outras. Se o fizerem, não terão direito a se
defender por meio de ação judicial.
Projeto de nº 216/04[/b] – Torna inelegível a função religiosa com a
governamental. Significa que todo pastor ou líder religioso lançado a
candidaturas para qualquer cargo político, não poderá de forma alguma
exercer trabalhos na igreja.
Divulguem isto para seus irmãos em Cristo !!! Divulguem para pastores das
igrejas que vocês conhecem, para que todos estejam cientes, para não
colocarmos ímpios no poder, e perder nosso direitos como pregadores da
verdadeira Palavra de Deus! E orem como nunca porque é tempo de grande
batalha espiritual.
Fiquemos atentos porque o inimigo está cada dia mais se levantando para se enfiltrar e atrapalhar a vida dos Cristãos. Cada dia vemos novas, e mais novas atitudes de Satanás querendo de alguma forma nos atingir. Oremos e façamos o nosso papel.
“Quando o justo governa o povo se alegra”
Provérbios 29.2 (a)



Reproduzido Por: Dc. Alair Alcântara


Sem Fronteiras


 

Por que certas pessoas não confiam em Cristo?

Parece insensato. Deus quer presentear a salvação livremente a todos os que aceitarem Seu Filho pela fé, mas o povo recusa o convite. Por quê? Há diversas razões.
  • Em seu orgulho colossal, as pessoas se envergonham de Jesus Cristo. Mas Ele diz: “Porque qualquer que, nesta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do Homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai com os santos anjos”.52
  • Têm receio da reação violenta da família. O Senhor Jesus previu isto quando disse: “Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim”.53 Em outras palavras, Jesus precisa estar em primeiro lugar.
  • Amam os seus pecados mais do que a Cristo. Essa é uma escolha irracional que será lamentada para sempre.
  • Amam mais a aprovação dos homens do que a aprovação de Deus.54
  • Não estão tão desesperadas como deveriam estar. A vida eterna não é a sua prioridade máxima.
  • Temem que o preço seja alto demais, que seriam obrigadas a deixar de lado muitas coisas. Mas deveriam considerar o custo de não confiar em Cristo.
  • Pensam que são incapazes de continuar. Na sua própria força, não podem mesmo. Mas quando o Senhor inicia uma obra na vida de uma pessoa, Ele a segura em Suas mãos poderosas e termina Sua obra.
  • Estão ocupadas demais. Quando um cristão visitou certo homem de negócios, este lhe perguntou a razão da visita. “Queria falar com o senhor sobre a sua alma e a vida eterna”. –“Mas você não vê que estou ocupado?” O cristão estendeu a mão para se despedir e disse: “Suponha que eu seja a morte!”

Desculpas, desculpas, desculpas

Desculpas esfarrapadas abundam sempre que as reivindicações de Cristo são apresentadas às pessoas. Aqui estão algumas das desculpas mais comuns juntamente com as respostas:
  • “Existem tantos hipócritas na igreja!” O Senhor Deus não pede que você creia em outras pessoas, mas que creia nEle.
  • “Tudo que a igreja quer é dinheiro”. Cristo não quer o seu dinheiro; quer a sua confiança.
  • “O que acontecerá aos que nunca ouviram o Evangelho?” O justo Juiz de toda a terra fará justiça.55 Quem está em questão não são os pagãos, é você que ouviu o Evangelho. O que você vai fazer com Jesus?
  • “Por que Deus permite que haja tanto mal no mundo?” Através da obra expiatória de Cristo, mais glória veio para Deus e mais bênção para o homem do que se o pecado nunca tivesse existido.
  • “Se os cristãos estão certos, por que existem tão poucos?” Na época do Dilúvio, somente as oito pessoas que entraram na arca foram salvas, todas as outras pereceram na enchente. Não é verdade que a maioria esteja sempre certa.
  • “Como um Deus de amor pode mandar pessoas ao inferno?” As pessoas escolhem voluntariamente ir ao inferno quando recusam a oferta de salvação.
  • “Pensar que existe apenas um caminho não é ter uma visão estreita demais?” Já foi mencionado que, se existisse mais do que um caminho, o Senhor Jesus não precisaria ter morrido. Por que Ele pagaria um preço tão alto se um preço menor teria sido suficiente?
  • “Parece fácil demais”. Precisa ser fácil para que a salvação seja acessível a todos. Todos podem crer em Jesus, mas nem todos poderiam alcançar a salvação se fosse por meio de outras condições.
Estas são desculpas. O problema não é entender, é querer. Jesus deixou isto bem claro quando disse: “Não quereis vir a mim para terdes vida”.56 Em outra ocasião Ele disse a Jerusalém: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir teus filhos como a galinha ajunta os do seu próprio ninho debaixo das asas, e vós não o quisestes!”57



Reproduzido Por: Dc. Alair Alcântara



Sem Fronteiras





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